domingo, 6 de novembro de 2011

Como tudo começou

Separei esse post para poder falar um pouco mais sobre mim e para vocês entenderem o porquê do blog.
Tudo começou quando eu estava no 3º ano do ensino médio, prestes a fazer o vestibular e não sabia quase nada de inglês, foi então, que eu vi a necessidade de entrar em um cursinho de inglês para não zerar tal matéria nas avaliações.
Nas aulas de inglês do cursinho, querendo ou não, a gente aprende sobre a cultura americana; falamos sobre feriados, esportes, comidas ... e foi a partir daí que comecei a me identificar cada vez mais e mais com a língua e com a cultura. Não só o inglês e os Estados Unidos da América, mas também o espanhol, o italiano, o mandarim, Canadá, Reino Unido, Itália, Japão e China.
Aprendi a pesquisar mais sobre os países e as diferentes formas de visitá-los. Aprendi a usar a redes sociais e os sites de bate-papo para aperfeiçoar meus idiomas. Sim, meus idiomas, porque hoje eu já falo inglês e espanhol. E além disso, fiz grandes amigos: Allen Kraus e Troy Rush de Illinois (EUA) e Brantford (Canadá) respectivamente.
E depois de todos esses acontecimentos eu comecei a notar as inúmeras reportagens que apareciam na tv falando sobre intercâmbio e foi aí que caiu a ficha: "É isso! Eu quero fazer intercâmbio!". Daí comecei com várias pesquisas sobre qual seria o melhor e mais acessível intercâmbio para mim.
Mas nem tudo são flores, ao perguntar aos meus pais se eu poderia fazer intercâmbio, eles logo responderam que eu teria que terminar a faculdade antes disso, sem falar nas várias vezes que queriam fazer com que eu mudasse de ideia com frases do tipo: "Tem certeza que você quer ir para outro país sozinha?", "Eu não teria coragem de fazer isso", " Você vai chorar muito quando tiver lá sozinha"... Hoje eu percebo a importância desses comentários, pois foram eles que mim tornaram mais forte e mais confiante da realização desse sonho.
Imagina só que eu tive que esperar 3 anos e ainda estou na espera, pois só termino a faculdade próximo ano (Nov/2012). Olhando para trás eu percebo quão rápido passou esses três anos, até parece que foi ontem que entrei no cursinho de inglês, que comecei a assistir o quadro Interc@ambio.com do Jornal Hoje, que comecei a ler as diversas revistas de turismo e que comecei a sonhar e planejar todo esse caminho. É planejar, porque eu sempre fui muito ansiosa.
E agora, finalmente, estou no processo real de planejamento. Dia 16 de dezembro tenho que me apresentar na Polícia Federal para dar entrada ao passaporte e já comecei a participar das reuniões que a agência de viagem faz para o tipo de intercâmbio que eu escolhi. Mas essas e outras informações serão detalhadas nos próximos posts.
Gostaria de deixar meu facebook aqui para caso alguém queira tirar alguma dúvida ou coisa do tipo:


quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Intercâmbio


Sair do país em troca de conhecimentos em uma nova língua, nova cultura e aventura, está fazendo com que muitos jovens procurem as agências de viagem atrás da opção adequada de INTERCÂMBIO.
A opção de intercâmbio hoje está cada vez mais flexível. Para os adolescentes há opções de High School ou cursinhos de verão; para os jovens há cursos com formação profissional, graduação, pós-graduação e um "combo" que mistura estudo e trabalho em terras estrangeiras, o que pode acrescentar mais ainda para o currículo.
Porém, se engana quem acha que intercâmbio é coisa de gente nova. Em uma entrevista, o gerente de uma agência de viagem da região sul do Rio de Janeiro fala que ouve um aumento da procura por intercâmbio de pessoas da 3ª idade, onde, por esse motivo teve que adequar seus pacotes a essa nova segmentação de clientes.
Mas não pense que para ir ao exterior tem ser rico. Hoje, já existem opções de programas bem acessíveis ao bolso e ao tempo disponível de cada pessoa. Com uma faixa de R$7.000,00 uma pessoa consegue passar um mês no Canadá fazendo um curso normal ou, para as meninas, com R$5.000,00 podem passar no mínimo um ano e no máximo dois nos Estados Unidos cuidando de crianças, programa esse conhecido como Big Sister Au Pair pela STB (detalhes sobre este programa nos próximos posts).
Graças a globalização e, consequentemente, a grande participação do Brasil em negociações com outros países, saber uma segunda língua é fundamental para quem quer se destacar no mercado de trabalho. De acordo com os especialistas, acrescentar a palavra intercâmbio no currículo pode indicar: autonomia, bagagem cultural, flexibilidade e experiência de vida. Porém não se engane, ter somente inglês fluente não é muita coisa, até porque, muitas pessoas já sabem ou já estão a procura desse diferencial, mas acredito que é o início.
Então caros leitores se você ainda não entrou em um cursinho de inglês, corra! O tempo passa e as oportunidades não nos esperam e se você já tem uma noção do inglês ou de qualquer outra língua... O que está esperando? Há um mundo enorme lá fora nos esperando.